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éticaA ética dos hackersA questão principal, então, passou a ser como seria os hackers sob uma perspectiva mais abrangente. O que significa o desafio lançado por eles? Sob essa ótica, a palavra hacker é utilizada para descrever uma pessoa com determinada obsessão pelo trabalho, relação essa que esta ficando cada vez mais aparente na Era da Informação.
A revolução hackerOntem apresentei lá no b_arco uma primeira aula sobre redes sociais. A primeira parte do curso contou com Rogério da Costa que contextualizou filosoficamente os fluxos das relações que estabelecem a criação de redes. Explicou também os conceitos que nos levam a pensar no capital social e na inteligência coletiva.
On Autonomy, Control and Cultureal Experience
Ética HackerA sociedade vive numa eterna evolução. A era industrial já está enterrada. O sistema caducou deixando espaço para novas idéias e conceitos. Estamos na era do conhecimento. Uma sociedade baseada no fluxo das informações, e não mais na quantidade de bens produzidos. Neste cenário um novo sistema começou a florescer. Fundamentado na utilização da tecnologia os hackers estão moldando um novo contrato com a sociedade. Hackers crêem que a revolução digital deve ser traduzida em um tempo lúdico para a humanidade - a sexta-feira deve virar um domingo. Acreditam no conhecimento livre.
Onde tudo começou
HacktivismHackers justify their actions on the grounds that learning and exploring are good, that the free flow of information has generally been beneficial to society, that it is useful to uncover system vulnerabilities that could be exploited by someone with malicious intent, and that many of the organizations whose systems they break into engage in unethical practices. Although few people dispute these principles, most do not accept them as legitimate reasons for breaking into systems.
We can act without permission... In Wikipedia vs. Britannica, the core issue isn’t price. It’s authority. The most important part of the Nature comparative study of the two was the editorial that urged scientists to update Wikipedia, sharing traditional authority with the new medium. Yochai shows a 2×2: centralize or decentraliced vs market-based and non-market. Now we have a four-way interaction among all the old players, from traditional to social-sharing non-profits.
Economia emergenteBenkler argues that a new form of economy might be emerging, i.e. the “networked information economy”, in which nonmarket and nonproprietary commons-based peer production (i.e. “social production”) and exchange of information, knowledge and culture play a central role. This has become feasible because the capital required for social production and exchange in the networked information economy is relatively cheap and widely distributed. [mais aqui]
Por mais paixão...Pekka Himanem. - Está a espalhar-se por ser tipicamente uma filosofia de criadores de informação e de conhecimento. A paixão sempre foi típica de artistas e cientistas, por exemplo. Ora, hoje, a criação da informação e do conhecimento não é mais uma actividade marginal na sociedade, de uns quantos eleitos e de umas poucas actividades - agora é a fonte última de criação da riqueza. O que é cada vez mais indispensável é a atitude "hacker" de valorização da imaginação e da criatividade. O que exige paixão no trabalho, como o defende Eric Raymond, um dos expoentes da cultura "hacker".
Tempo não é dinheiroHimanen: A ética protestante incluiu a idéia do "time is money". Governada por essa ética, muito de nossa economia se tornou mais e mais veloz. Nosso tempo de lazer está diminuindo e se tornando apenas obrigação, um processo que poderia ser chamado de "Fridayzation of Sunday". Pessoas estão constantemente correndo de um compromisso a outro, tentando sobreviver dentro dos prazos, do "deadline", expressão que é significativa do nível de emergência e exaustão a que se chegou. Da perspectiva de um hacker, esse é um resultado estranho do progresso tecnológico.
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