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A revolução hackerOntem apresentei lá no b_arco uma primeira aula sobre redes sociais. A primeira parte do curso contou com Rogério da Costa que contextualizou filosoficamente os fluxos das relações que estabelecem a criação de redes. Explicou também os conceitos que nos levam a pensar no capital social e na inteligência coletiva. A partir desse arcabouço filosófico pude desenvolver um pensamento que coloca a cultura hacker como fundante das relações em rede. Em primeiro, proponho uma reflexão sobre privacidade, apresento o código, onde o Lessig traz o debate sobre a importância do código aberto. Voltamos, então, aos hackers e por onde tudo começou. É lógico que o inimigo comum, a Microsoft, aparece nas falas do Eric Raymond logo no primeira cena do Revolution OS. Mostramos o vídeo do Movimento do Software livre e apresentamos, também, as 4 liberdades. Essas falas fazem todo o sentido para analisar a revolução. No entanto, essa revolução é mais social do que técnica. A importância do Linus Torvalds é incontestável. Ele colocou o software na rede e em rede. Outras pessoas do mundo puderam, assim, colaborar. Torvalds nos presenteou com um novo modo de produção. Colaboração passou a ter importância na composição economica da sociedade. Em catedral e o bazar, um texto seminal de Eric Raymond aponta para esse modelo de produção colaborativa. Nesse ponto, explicamos um pouco do que é a ética hacker. O pensamento do Pekka Himanen nos ajuda a compreender o que está invisível. O tempo não é dinheiro nos leva a pensar em reputação ao invés da remuneração. Hackers trabalham por paixão. Não é a toa que na Internet o culto ao amador se tornou default. Fechamos a aula com a intervenção do Benkler em We can act without permission e em economia emergente. Fechamos a aula com o vídeo da entrevista do Benkler. Para finalizar: ética hacker
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